* doria? nunca mais

É difícil acreditar que João Doria Jr. tenha credenciais para ocupar funções públicas. Por seu temperamento e por sua manifesta obsessão pelo poder, ele não nos parece a pessoa certa para lidar com a complexidade da administração do governo em qualquer nível. Como vivemos numa democracia, só só há uma maneira de evitar que ele ocupe uma posição para a qual não se encontra capacitado: avaliar com rigor sua gestão à frente da Prefeitura. Nosso blog colaborativo quer prestar este serviço a São Paulo e ao país: reunir informações já publicadas pela imprensa, organizá-las e divulgá-as amplamente de forma a permitir que os eleitores não errem na hora do voto, como parece ter acontecido quando escolheram Doria para prefeito de São Paulo em 2016.

Colabore: envie para o Dossiê notícias já publicadas em órgãos confiáveis e que nos ajudem a enriquecer nossa resistência democrática ao conservadorismo arbitrário e antisocial

A equipe do blog: Chico Bicudo, Eduardo Gayer, J.S.Faro, Gabriela Bueno, Pedro Caseiro, Silvia Barbara, Sofia Aragão
email: dossie2018@gmail.com

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* aécio e datena vão transformando psdb na armação espúria das eleições

Doria não cabe em si de contentamento: vai recolhendo em torno de sua candidatura ao governo de São Paulo todo o bagulho que o PSDB conseguir reunir para as eleições de outubro.

Nos últimos dias, dois arranjos mostram que o oportunismo eleitoral supera a coerência programática: Aécio Neves e o apresentador Datena. Ambos – um em apoio declarado a Alckmin e outro como parte da aliança com o DEM – prometem enriquecer as críticas ao toma=lá-da-cá dos tucanos. Doria é um dos arquitetos desse processo.

Confira nos links

* alckmin é pressionado a declarar apoio a doria

Do Estadão:

Com a consolidação da aliança entre PSDB, DEM e PSD em São Paulo, próceres desses partidos pressionam Geraldo Alckmin a fazer uma declaração direta de que seu candidato a governador é João Doria.

Seria uma forma de dar nitidez e coesão à campanha tucana em São Paulo e poderia fazer com que Alckmin crescesse “em casa”, onde a união desses grandes partidos, todos esses com capilaridade e prefeituras importantes, pode ajudá-lo. Seria o empurrão que faltaria, inclusive, para que esses partidos saíssem do “armário” e anunciassem o apoio nacional à sua candidatura. / Vera Magalhães.

* rodrigo garcia (do dem), vice de doria, é investigado por ter recebido caixa 2 da odebrecht (na foto, o primeiro à direita)

Não há flor que se cheire no arraial de Doria Jr. O DEM indicou para compor a chapa do ex-prefeito ao governo do estado o deputado federal Rodrigo Garcia, integrante de articulações de arrepiar. Na foto, em evento comandado pelo senador Aécio Neves, ele aparece como um jovem aristocrata paulista que já nada muito bem nas águas do que há de pior na política brasileira.

Para que não se pense que os editores do DOSSIÊ DORIA têm má vontade com os conservadores, é da Folha a notícia de que Garcia figura entre os investigados e suspeitos de receber recursos para o caixa 2 de sua campanha “doados” pela Odebrecht. 

Segundo o jornal Valor Econômico, também o Ministério Público paulista investiga Garcia por improbidade administrativa em obras de infraestrutura durante o tempo em que foi secretário de Alckmin.

* nabil bonduki: passagem de doria pela prefeitura não o credencia como político ou gestor

Para Bonduki, ex-prefeito ressurge como um fantasma, à espera de oportunidade de ser candidato do “centro”.

O autor do artigo, que é arquiteto e já foi vereador em São Paulo, vai mais longe:

“Com a dificuldade de Alckmin se tornar um candidato competitivo, João Doria ressurge oculto, como um fantasma à espera da oportunidade de ser o candidato do “centro”.

O ex-prefeito negou a intenção de tomar o lugar do seu padrinho na sabatina da Folha/UOL/SBT. Os paulistanos, que o conhecem bem, sabem o valor da sua palavra.

Enquanto dizia apoiar Alckmin, correu o país, em 47 eventos de pré-campanha, para ser mais conhecido e garimpar aliados. Para obter simpatias, bajulou partidos e até Temer. Tentou ser o anti-Lula.

Em seguida, com o odor de traição, propôs que o PSDB escolhesse o mais bem situado nas pesquisas e que atraísse mais aliados. Recuou quando estacionou nas pesquisas e sua aprovação na prefeitura despencou.

Repetiu centenas de vezes e até assinou um compromisso de que seria prefeito por quatro anos. Renunciou ao cargo com 15 meses de gestão”.

Leia a íntegra do texto aqui

* sabatina no uol mostra descrédito de doria

O pré-candidato do PSDB ao governo do estado de São Paulo, João Doria, participou nesta segunda-feira (11) da sabatina que UOL, “Folha” e SBT promovem com candidatos nas eleições deste ano. Durante cerca de uma hora, Doria respon… –

Veja mais aqui